Inove

Postado por | Tags Economia, Negócios | Data 22-05-2009

Segundo pesquisa realizada pela Grant Thornton International, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo, a inovação nos produtos é a iniciativa mais bem sucedida para o aumento da rentabilidade das empresas e impulso para os negócios. Cerca de 20% dos participantes concordam com a afirmação de que no momento atual, a estratégia de criação de uma forma mais inteligente em projetos futuros é o fator predominante para o crescimento, seguida da redução de custos (18%).

Alguns conselhos e dicas válidos para as empresas que desejam inovar:

  • Busque oportunidades criadas pelos efeitos da crise econômica
  • Crie recursos para a inovação
  • Ofereça produtos e serviços de acordo com as condições atuais
  • Esteja aberto a idéias
  • Controle os riscos com cuidado
  • Colabore para que clientes e fornecedores desenvolvam novas idéias
  • Considere processos e modelos comerciais inovadores, assim como produtos

Adiantar o PLR é uma solução?

Postado por | Tags Carreira, Economia, Negócios | Data 21-05-2009

De acordo com a FECOMERCIO, o ideal é o pagamento mensal da participação nos lucros e resultados das empresas (PLR) de 2009 já no decorrer do ano. Segundo a federação, a antecipação mensal desse valor poderia aquecer a economia, em meio à crise econômica. “Esse reforço aos salários com reduzido ônus fiscal para as empresas, de acordo com Lei nº 10.101 é uma alternativa adequada em um ano que os índices inflacionários deverão ser pouco expressivos”, constata Fernanda Della Rosa, economista da Associação.
Ainda de acordo com a especialista, com a possibilidade do pagamento mensal antecipado da PLR excepcionalmente nesse ano de recuperação, as empresas privadas fariam o papel do poder público em injetar recursos na economia, diante da atual situação financeira mundial.

Cuidado com os cheques

Postado por | Tags Economia | Data 18-05-2009

De acordo com pesquisa realizada pela SERASA Experian, o número de cheques devolvidos no mês de março desse ano superou recorde não visto há 18 anos. No terceiro mês do ano, foram devolvidos 24,6 cheques a cada mil compensados. É o maior índice registrado pelo levantamento, iniciado em 1991. Ao todo, foram devolvidos 2,75 milhões de cheques em Março deste ano e compensados 112, 12 milhões. A relação entre Março 2009 e Março 2008, indicou o aumento no número de cheques devolvidos a cada mil compensados, em uma margem de 18,3%.
No total, foram devolvidos 7,36 milhões de cheques de Janeiro a Março de 2009, e compensados 311,49 milhões. Já em 2008, no mesmo período, foram 7,11 milhões de devoluções de cheques, e 359,61 milhões de cheques compensados.
O resultado da análise constatou que esse grande índice de cheques sem fundo é decorrente a menor atividade econômica, a revisão dos investimentos e a redução do número de empregos formais.

Rio de Janeiro: receita pode crescer R$ 1 Bilhão em 2010

Postado por | Tags Economia, Política | Data 15-05-2009

O governador Sérgio Cabral encaminhou à Assembléia Legislativa, em 15 de Abril, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, que prevê um aumento das receitas tributárias em R$ 1 bilhão para o próximo ano, de R$ 24,1 bilhões para R$ 25,1 bilhões. Só a contribuição do ICMS deve passar de R$ 18,2 bilhões para R$ 18,9 bilhões em 2010. Enquanto isso, a receita patrimonial cresce R$ 200 milhões e vai de R$ 6,1 bilhões para R$ 6,3 bilhões.
Tamanho crescimento é devido a queda da cotação do barril de petróleo, que derrubou a receita dos royalties este ano e não deve se recuperar ano que vem. Quanto às transferências correntes, como o Fundo de Participação dos Estados, IPI dos estados exportadores e Fundeb, devem se manter em R$ 4, 6 bilhões. Sérgio Ruy esclarece que esses números ainda são preliminares, pois ainda passarão pelo crivo dos deputados. Além disso, até 30 de setembro, quando a Lei Orçamentária for enviada à Alerj, o secretário acredita que os números poderão ser ainda melhores, com a entrada de financiamentos do Banco Mundial e do BNDES, que estão sendo negociados, e a melhoria da receita do Estado.

 

Conta reduzida, meio ambiente feliz

Postado por | Tags Economia | Data 11-05-2009

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Segundo os especialistas da GE Iluminação, -unidade da GE Consumer & Industrial na América Latina-, cerca de 20% da eletricidade total produzida no nosso planeta é utilizada para iluminação. Porém, grande parte da energia que precisamos para este fim acaba sendo desperdiçada por maus hábitos ou porque 70% dos produtos de iluminação empregados utilizam componentes em mau funcionamento. Por outro lado, não é necessário muito esforço para reduzir o consumo, ajudar a preservar o meio ambiente e ainda diminuir o valor a pagar das contas mensais . Confira algumas dicas:

Troque as lâmpadas 
As lâmpadas fluoerescentes, ao contrário das incandescentes, podem representar uma economia de energia de mais de 80%, além de proporcionar o mesmo nível de iluminação, consumir quatro vezes menos energia elétrica e durar até 12 vezes mais que as tradicionais.

Prefira a claridade
Quando for pintar as paredes internas da casa opte por cores claras, dessa forma a luz que reflete nelas facilita a iluminação dos espaços e consome menos energia.

Ilumine o ambiente
Durante o dia abra as cortinas para que entre luz do sol pelas janelas. No trabalho utilize os espaços próximos às janelas para evitar o uso da luz artificial. Quando for possível, prefira abajures e luminárias que possuem voltagem mais baixa.

Só o necessário
O custo da energia elétrica é muito alto para o seu bolso e para o meio ambiente. Então além de lembrar de apagar sempre as luzes quando não tiver ninguém no local, se houver um fluxo grande e/ou freqüente de pessoas em sua casa ou escritório, instale um sistema de luzes com sensores de movimento, que só acenderão quando alguém estiver presente.

Líderes da Indústria, Varejo e Atacado reagem diante da crise

Postado por | Tags Economia, varejo | Data 18-04-2009

Em encontro promovido pela Associação ECR Brasil, Abílio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar, diz que o Brasil está melhor que outros países em relação à crise.
Evento reuniu em São Paulo mais de cem executivos da indústria, atacado, varejo e food service para apresentar cenário bastante positivo.
Entre os presentes, representantes de empresas e entidades como Pão de Açúcar, Kraft Foods, Unilever, Martins, Makro, Coop, Pernambucanas, Abad, Aberc e Abap.
“O Brasil não está imune à crise econômica, mas está numa posição muito melhor que outros países”, disse Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Pão de Açúcar, no encontro de líderes promovido pela Associação ECR Brasil (www.ecrbrasil.com.br), nessa quarta-feira (15), em São Paulo. O evento reuniu mais de cem pessoas  para apresentar um cenário econômico bastante positivo.
Hugo Bethlem, presidente pelo varejo da Associação ECR Brasil (www.ecrbrasil.com.br) e vice-presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar, destacou a importância de controlar custos, e não simplesmente promover cortes, além de trabalhar para a melhoria contínua de toda a cadeia de abastecimento. Eduardo Severini, presidente da Associação dos Atacadistas e Distribuidores (Abad), e Rogério da Costa Vieira, presidente da Federação Nacional das Empresas de Refeições Coletivas, de Alimentação para Coletividades, Refeições de Bordo e Cozinhas Industriais (Fenerc), também apresentaram um panorama positivo dos setores em que atuam. O presidente da Abap, Associação Brasileira de Agências de Publicidade, Dalton Pastore, convidou todas as empresas presentes para participarem da campanha anti-crise “A gente anda o Brasil anda”, desenvolvida voluntariamente.

Já o superintendente da associação, Claudio Czapski, ressaltou as muitas oportunidades do varejo e da indústria diante de dados positivos. Segundo divulgado pela Serasa Experian, vendas do comércio cresceram 3,9% em fevereiro, em relação ao mesmo mês do ano passado.

Menor apreensão financeira no mês de Abril

Postado por | Tags Economia | Data 17-04-2009

O Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada-, revelou através do Sensor Econômico de Abril, que os empresários e trabalhadores brasileiros estão menos apreensivos com a economia em 2009. Eles acreditam que o crescimento do PIB ultrapasse 1,5%, de acordo com o indicador de expectativas do setor produtivo.