Produção feminina

Postado por | Tags Carreira, Família, Mulheres, Negócios | Data 26-05-2009

maesUma tendência já prevista, e que faz parte da rotina de milhares de mulheres de todo o mundo, é a postergação de setores da vida pessoal para viver a carreira. Executivas e empresárias preferem ser mães cada vez mais tarde, a adiar o crescimento dos negócios.
Esses dados podem ser constatados de acordo com pesquisa realizada pela rede Fleury Medicina e Saúde. Entre Agosto de 2008 a Março de 2009, cerca de 33% das 1500 gestantes que passaram por lá durante o pré natal possuíam 35 anos ou mais. A fase considerada ideal conforme a literatura médica, ainda é dos 20 aos 29 anos. 
“A inserção feminina no mercado de trabalho e a priorização do crescimento profissional, além da crença de que a existência de novos métodos de fertilização possa facilitar sua gravidez, fez com que a mulher prorrogasse a gestação até idades como 35, 40 ou mesmo 45 anos”, comenta o médico líder do Serviço de Medicina Fetal do Fleury Medicina e Saúde, Mário Henrique Burlacchini de Carvalho.
Mas segundo o especialista, é preciso ter alguns cuidados caso opte pela gestação nessa fase da vida. Exames como ultra-sonografia morfológica que examinam toda a formação do feto, ou o ecocardiograma fetal, que é indicado para averiguar doenças cardíacas fetais são uma das técnicas imprescindíveis para a segurança da gravidez em idades avançadas.

Super heróis reais

Postado por | Tags Família | Data 25-05-2009

Segundo uma pesquisa realizada pela marca de brinquedos Mattel, os heróis tem papel essencial na vida das crianças, na fase dos seis aos 10 anos.
Embora esses personagens tenham a imagem marcada por super poderes , forças extraterrestres e características sobre humanas, o estudo revelou que para os pequenos, eles são essenciais pelo incentivo de valores como ética, coragem e humildade.
De acordo com a psicóloga que integrou as análises, as crianças identificam os atributos reais de um super herói, que são próximos aos que os humanos mais admiram em si próprios. “São modelos a serem respeitados e imitados, mas não desprovidos de medo, o que justamente denota fonte de coragem”, afirma Lídia Aratangy.