Depois da restrição, empresas podem encontrar saída para o Call Center
Postado por | Tags Novidades, Telefonia | Data 23-04-2009
Desde o dia 27 de Março começou a vigorar no estado de São Paulo, novas regras para o serviço de Call Center ativo, conforme lei Estadual nº. 13.226/08, que vigora em lista criada pelo PROCON. Para alguns consumidores que estavam cansados da forma de abordagem de algumas empresas, houve comemoração, já que logo no dia 10 de Abril existiam mais de 280 mil cadastros, entre telefones fixos e móveis. Mas agora qual a saída para as empresas que utilizavam tal método em suas vendas? De acordo com o Fernando Arbache, professor BSP – Business School São Paulo-nas cadeiras de Logística e Sistemas de Informação da FGV, além de Logística e Administração de Projetos no IBMEC, o momento é de redefinição dos parâmetros que devem ser adotados para atender a demanda de consumidores ávidos. “Há uma perspectiva de crescimento do consumo nas classes C e D em mais de 10% este ano, apesar da crise. Se considerarmos que existe neste segmento uma imensa demanda reprimida teremos uma grande oportunidade”, afirma.
Dessa forma o profissional ainda indica novas formas de atingir esse público que deseja comprar, mas está saturado de formas retrógradas de ação de marketing. “Nos últimos 20 anos houve uma explosão exponencial na variedade de artigos no mercado brasileiro: é preciso propor uma venda consultiva, que auxilia o consumidor a decidir o que ele necessita”, explica.
Esse fator levanta a importância fundamental das atividades em PDV- Pontos de Venda-, mas também ilustra um espaço para os setores que foram bombardeados de críticas nos últimos tempos: em uma época em que dispomos cada vez menos de tempo para gastar em visitas às lojas, o call center serviria como essa ponte de integração, o que faz com que o cliente obtenha com tal comunicação, informações digeridas antes mesmo de se locomover.

















